CARTAS PARA A DIANA

Querida Diana, eu nunca contei isso pra ninguém, mas…

Quantas cartas você já começou assim na cabeça e nunca mandou?

Este é um lugar pro que você não conta nem pra melhor amiga.

A dúvida que te acorda de madrugada. A culpa que você carrega calada. O desejo que dá vergonha de admitir. O fim que você ainda não entendeu.

Aqui cabe.

Como funciona

Três passos. Nenhum julgamento.

01

Você escreve

Do seu jeito, pelo e-mail. Assine com nome, apelido ou nada.

02

A Diana lê

Com calma e com cuidado. Toda carta é lida.

03

Vira conversa

Só se você autorizar, e sem nada que te identifique.

Como enviar

  1. Escreva para cartas@relacionareverbo.blog com o assunto Carta para a Diana.
  2. Conte a sua história do jeito que sair. Não precisa ser bonito nem organizado.
  3. Se você topa que ela vire texto aqui ou nas redes, escreva no fim: “Autorizo a publicação anônima.” Sem essa frase, a carta fica só entre nós.

Dica: se quiser mais privacidade, use um e-mail que não tenha o seu nome.

O combinado

Sua história, seu segredo.

  • Seu nome nunca aparece. Nem o seu, nem o de ninguém que você citar.
  • Detalhes que identificam são trocados. Cidade, profissão, idade, datas e o que mais for preciso.
  • Nada é publicado sem autorização. E a autorização tem que estar escrita na carta.
  • Você pode mudar de ideia. Escreva pedindo e a sua carta é retirada ou apagada.
  • Nem toda carta vira texto. A escolha é editorial e não quer dizer que a sua história importa menos.
  • Cartas são só para maiores de 18 anos.

O que você me conta é tratado como informação pessoal e sensível. Os detalhes de como isso funciona estão na política de privacidade.

O que eu não sou

Eu leio, escuto e escrevo. Mas não sou terapeuta e não faço atendimento. A resposta da Diana é leitura editorial, nunca orientação individual. Saiba mais no aviso editorial.

Se estiver difícil agora

O que você lê aqui é leitura editorial. Não substitui terapia, atendimento médico ou jurídico.

  • CVV, 188: apoio emocional gratuito, 24 horas, por telefone ou pelo chat em cvv.org.br.
  • Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher, gratuita, 24 horas.
  • Emergência: 190 (Polícia Militar) ou 192 (SAMU).

Pode escrever. Eu estou lendo.